sábado, 21 de novembro de 2009

O exemplo dos mano: estilo porrada

Deitado tipo no leito,
com soro da escrita,
e ventilação artificial da grafitagem sem cheiro.

Saudade da rima,
aquela antiga que me anima.

Como o Mano Brown no celular,
como o Gabriel ao improvisar
no Altas Horas sem errar.

Rima boba essa do "ar",
o negócio é misturar:

Segura a onda,
sem perder a conta
da sua vida,
que merece ser vivida
sem história de "coitado",
porque lá do outro lado,
os mano estão deitado:
no chão, na lona e no jornal
e ninguém paga pau
de acordar de manhã
e encarar o divã (com Deus)
que é a vida,
e vender um pano de chão
na pressão do sol
parado no farol (como diz os sampa)
e ainda dizer "Tudo bom, Seu Lonely"!
e não esquecer o nome(ly).
Segura essa e cala a boca,
porque a vida não é loka
loka é a vida
daquele que se faz vítima...
Segue no esquema com a Divindade
e deixa a ansiedade
nós "é" eternidade!
Força com a princesa,
controla com a riqueza,
supera a fraqueza!
Reanima com os mano,
e depois de cada ano,
verá o presente:
é nóis!
Na paz, alegria e amor,
sempre presente!