domingo, 19 de dezembro de 2010

"Mais ou menos" Notlim

Mais um para o time do rio Nilo,
Mais um, não!
"Mais ou menos" um!

Um poço de conhecimento do PHD em odontologia,
está preso na afasia.
O laboratório da universidade mantém o vínculo pelo currículo,
mas o Notlim não gosta de ir.

É... mais uma história pra cair as fichas da vida,
mais uma, não!
"Mais ou menos" uma!

"Pupariu"

A Rocha,
mais um da turma do rio Nilo.

Como é incrível, a esteriotipia.
Vem de tudo quanto é jeito.

A Rocha,
usa o "Pupariu".

Imaginem:
ele está na dúvida entre duas coisas:
"Pupariu" ou "Pupariu"?

A Rocha,
quer se comunicar.

E eu novamente aprendo.
PQP, dê valor aos seus talentos.

Valeu, Rocha!
Tamo junto!


domingo, 5 de dezembro de 2010

Inspirado nas palavras de Raul

Eu me apaixonei pelas mãos,
pela sinceridade,
pela perseverança na conduta.

Aquilo que falta eu mim,
expande-se nela.

Com certeza, um reencontro.
A construção de um casamento.

O egoísmo individual,
divide-se com o outro.
Nem que seja "na marra".

Eu amo,
sonho,
espero concretizar!

Espero uma nova vida
que virá,
com a benção do Maior!

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Na luta contra o lixo

O lixo...
Quedas,
Subidas,
Consolo no lixo...

Satisfação no lixo,
tentação pelo lixo,
só um pouco...

Dependência pelo lixo,
"já estou no fundo,
não custa nada afundar mais".

Tentativa
de não cair,
consciência justifica,
alivia,
planeja...

Vou ou não vou?

Canalizações da energia de forma urgente!

Pro lixo tem tempo,
pro trabalho tem sono!

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

O meu sentimento é o mesmo!

Não falo o tradicional,
porque não existe reciprocidade.
Quando existe, existe um mero:
"Eu também".

Ouvir esse mero "Eu também"
me dói.
Por isso prefiro dizer:
"O meu sentimento é o mesmo!"

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Poesia ou poema: versão 2010

O tempo passou
e eu não apareci mais...

Períodos de transição
ocupação
desabafadas diferentes como
a bew cam.

Hoje o que rolou foi
dois berto saindo
e referência virando liderança.

Nos bastidores agitado,
conversa no pé do ouvido
30 segundos para agir,
correria pra falar,
mas o objetivo estava marcado,
achei que não seria espontâneo,
recuei que nem o Baluê de Ruê (não sei como escreve!).
A marcação liberou,
cheguei "de boa"
e consegui conversar a tempo.
Em seguida apresentação dos fatos
em reunião de pé na hidro:
Dois Berto saindo
e referência virando liderança.

Parece que a maré está a favor,
a princesa que o diga,
diz toda hora!
Exemplo de fé e eu aprendendo:
sai desconfiado!

Daqui a um ano vamos confirmar
e merecerá um poema:
tanto pra sim como pra não!
(será que é poesia ou poema?)

sexta-feira, 2 de julho de 2010

"Guerra ao Terror"

Estrela guia polar

Hoje, dia de Brasil fora
de Lonely quase fora do relacionamento...

Difícil de sustentar,
parece a bomba com timer
do filme "Guerra ao Terror".
Parece que ela vai explodir,
eu tento desarmá-la,
mas estou aprendendo
a contar com a possibilidade da explosão!

Parece que é mais uma semana!

Contarei as próximas cenas,
do próximo filme.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Saudade de sua saudade, princesa! Quero despedir da despedida, meu amor! (Só pra variar um pouco e incrementar e depois discutir: será que título tem

... que ser sempre pequeno?(Continuação do título já que a caixa de texto não permitiu escrever tudo que eu queria)

Saudade de sua saudade, princesa!
Saudade dos momentos na escada,
das palavras faladas e não faladas,
dos passeios de 1126,
dos sorvetes de domingo à tarde,
da despedida de final de semana (dessa nem tanto!)

Despedida,
essa é a palavra e não a saudade.
Estamos cansados de despedir,
Despedir,
como fizemos e fazemos isso, mas fazemos muito,
muito mesmo!
Despedimos toda hora!
É só nos vermos que despedimos!
Acho que é por isso que quando nos encontramos,
tentamos ficar o máximo de tempo junto:
para evitar despedida!

E pra não fugir da mesma linha poética:
(pra não dizer caquética, se é que é assim que escreve!)
Saudade de sua saudade, princesa!

Quero despedir da despedida, meu amor!

(Hoje foi bem salada, hein!)

domingo, 20 de junho de 2010

Paciência! - diz a esperanç(i)a

Um choro pelo skype
um amor à distância
uma dor no peito
uma copa sem constância

Um Luis Fabiano matador,
um Kaká brigador,
o meu joelho sem dor.

Um choro sem skype
um amor sem distância
Até quando? - eu disse antes.
Paciência! - diz a esperanç(i)a.

Até quando...

Até quando?
Até quando...

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Ela merece

Ela merece
a unha feita (de preferência "rena", será que assim que escreve?),
o sorvete de flocos,
a pizza de presunto (atualmente marguerita!),
a novela das oito,
as notícias da internet,
o email diário,
as fotos dos seus alunos,
o Danoninho,
o arroz, bife e batata frita,
o banho antes de sair,
os seriados NCYS,
o frio,
a rua Upinduara,
o Nick, o Tobias, a Miúcha e a Meg,
o Irajá levando pra chupar picolé na feira,
a Nutrição da COMEBH,
a "muchibinha" pra dormir,
a televisão pra fazer um barulho,
a cochilada de 15 minutos depois do almoço,
as festas de aniversário dos seus alunos,
o reconhecimento de sua competência profissional,
o crachá do novo emprego,

Bom, como não estou presente,
e não entreguei nenhum presente,
gostaria que imaginasse tudo que foi escrito acima
como um presente,
daquele que te ama,
que sente saudades,
e que agradece a Deus todos os dias,
pelo presente
que é você na minha vida!


Mais um frontal

Mais um...
Oluas é o nome,
tipo Paulo de Tarso,
estilo frontalizado.

Pergunto onde mora,
informa o nome da cidade: Piranhas.
Pergunto um ponto turístico
informa: "bordel".

Ele diz sem parar:
"Olha o avião",
"Olha a fumaça",
"São tantas horas"
Mas é sem parar mesmo,
a cada 10 segundos.

Esse é o Olaus,
mas um frontal,
como seu jeito original.

Dia sem os namorados

Como é a vida sem ela ao lado,
como é esse lado da vida sem ela,
como a vida é sem lado, sem ela,
como o lado dela é mais vida.

Como é o dia dos namorados sem ela,
como é ela sem o namorado no dia,
como sem ela o namorado é sem dia,
como o dia sem namorados é sem... graça!

segunda-feira, 31 de maio de 2010

"Bão né!"

Nanro é o nome dele,
mais um grande paciente,
a paciência é seu forte...

Em um jogo de dama,
seu pai palpita sobre suas jogadas,
e ele com dificuldade de planejamento,
não consegue definir
as estratégias para vencer o jogo.
Seu pai faz um comentário:
"Parabéns, Nanro, por perder
esse jogo fácil (acho que foi isso)!"
E o nosso querido Nanro responde:
"Parabéns, meu pai, por falar
uma frase dessa com seu filho!"

Nanro possui dificuldades graves
de planejamento, atenção e memória,
além é claro de ser atleticano!
Mas ele me deu um presente,
que por ser atleticano facilitou nosso contato.
Escreveu com a mão não-dominante,
um texto cativante sobre o porque torcer para o Galo,
mas o melhor foi:
"mostra para o Prof. Lonely",
espontaneamente,
emocionante!

E ele sempre diz:
"Bão né!"
Muito bom, Nanro,
mas é você,
que é muito "bão"!

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Na pressão e desatenção

Pressão,
só existe essa palavra,
Pressão...

Ou melhor,
existe outra palavra,
Desatenção...

Pressão,
desatenção,
reunião,
sermão,
emoção,
indignação,
decepção,
paulo são...

Fim de noite,
mais um dia,
meio puxado!
Tá duro!
Mas só pra não terminar assim:

Comunhão,
emoção,
descontração,
aplicação,
união,
satisfação,
vibração,
pedro simão...

domingo, 9 de maio de 2010

Pai "nósso"

É isso,
manter a alegria,

Sustentar a fé,
vislumbrando os sonhos,

Escrever a...
escre...
es...
e dormir,
dor...

Escrever isso pra...

(Conectando...)

Só pra contextualizar o final,
de semana,
com vitória do Fênix,
comigo na lateral,
e novamente bola na trave,
- trabalhar a vaidade - deve ser.

Com visita da Comunhão
em casa de parede escura,
e pessoa sem visão,
nada demais,
pra mim,
mas do lado de lá,
o trabalho foi forte,
o moço não quer mais se "matá".

Ah, lembrei de outro,
momento de prece,
antes do jogo,
e também depois,
("agradecer porque ninguém machucou"):

Pai "nósso",
que "estáis" no céu,
Venha nós o "vósso" reino,
Seja feita a "vóssa" vontade,
Assim na "térra" como no céu,
O pão "nósso" de cada dia "nosdaihoje",
"Perdoái" as nossas "ofênsas",
Assim como nos tem "ofendído",
Não nos deixei "caí" em tentação,
Mas "livrái-nos" do mal,
Amém!
123, Fênix!!!

quinta-feira, 6 de maio de 2010

O (im)paciente Luar

Meu (im)paciente Luar,
Hoje ouvindo as suas palavras,
que pareciam escrita nas estrelas
de um filme de terror...

O Luar está negro,
me fez emocionar com o
"quero andar de bicicleta,
jogar bola,
dar mortal
e não consigo cortar um pão".
Foi duro esse Luar,
um Luar real, nervoso.

Meu (im)paciente Luar,
Hoje ouvindo as suas palavras,
que pareciam escrita nas estrelas
de um filme de terror...

O Luar foi abordado,
não pelo Sol,
nem pelo universo,
talvez por Deus,
(mas isso é outra história)
foi abordado pelos gambé.
Rolou mãos ao alto
e quem disse que o braço vai pro alto.
O Luar gosta do braço no bolso,
e pareceu suspeito.
Disse ser deficiente,
mas o deficiente,
ou melhor, o gambé não entendeu.
Botou pressão no Luar,
"Mãos aos alto, moleque"
"Sou deficiente"
"Cala boca e mãos ao alto"
Chegou a mãe e salvou...

Meu (im)paciente Luar,
Hoje ouvindo as suas palavras,
que pareciam escrita nas estrelas
de um filme de terror...

O Luar é um astro,
é luz,
está acima,
é o escuro que clareia,
é o exemplo de iluminação,
é o Luar no trilho das escuridão,
mas que vai conseguir, guerreiro!

Talvez o Luar nunca leia,
porém a mensagem não é passageira,
ela estará escrito nas estrelas
do olhar do amigo, professor
que aprendeu a admirar,
esse lindo Luar!

domingo, 25 de abril de 2010

A família Silva Rodrigues

Você é o barco,
é o oceano,
é o vento,
é o céu,
é a lua,
é o meu universo.

Você é o marco,
é o divisor,
de uma vida
de aprender
o que é o amor.

Você é o verso,
é a rima,
é a riqueza,
ou melhor,
minha princesa.

Você é a unha,
é a mensagem,
é a passagem
da dor
para o amor.

Você é a professora,
de assuntos diversos,
de sinalização de erros,
de confrontação de medos.

Você é a contagem,
é a repartição,
é a contribuição
de Deus para a
minha regeneração.

Você é a conversa,
é a pressão,
é a emoção
de formas diversas.

Você é o que é,
verdadeira,
sincera,
muita mais que
uma mulher.

Eu sou esse,
gíria e pichação,
esquecido de datas,
a maior distração.

Eu sou a ligação
de domingo à noite,
toda a semana,
na maior amolação.

Eu sou a poesia,
sem métrica,
sem rima,
e com afasia.

Eu sou a parati velha,
o sonhador,
o presente improvisado,
com cartão deformado.

Eu sou cheio de mazelas,
tem pra todo lado,
desde o egoísmo,
até acordar mau humorado.

Eu sou esperançoso,
mas sem fé,
amoroso,
e meio mané.

Eu sou assim,
meio jocoso,
meio vaidoso,
e estou meio na tristeza
com muita saudade,
da minha cidade
e da minha princesa.

Nós somos
os perdidos no Cinco,
os trabalhos cristãos,
os retirantes da sala de cinema,
os adeptos do suco,
os superadores de distâncias,
os mineiros de BH,
os diálogos por telefone,
o gandula e a torcida,
a dor,
a fé,
a revolta,
a superação,
a força,
a esperança,
os pais,
os avós,
os tataravós (quem sabe)
a famíla Silva Rodrigues.




sábado, 24 de abril de 2010

Afásico: o grande comunicador 2

Novamente o rio Nilo,
descendo as correntezas de sentimetos,
deu exemplo de como se comunicar.

Foi um beijo de despedida,
fantástico e assustador,
e eu sem conseguir me comunicar.

Obrigado, rio Nilo!
Em épocas de secura na relação,
o afásico é bem melhor que eu, na comunicação.

Bom viagem para João Pessoa, rio Nilo!

segunda-feira, 22 de março de 2010

HAmigos!

Amigos
Há amigos!
Ah, amigos!
Haha... amigos!
Ah, migo!

Amigos
como definir?
como viver sem?
como sustentam!

Amigos de fé,
de coração,
de choro,
de estudo,
de bola,
de colo,
de escuta,
de exemplo,
de força,
de ideal,
de divergências,
de transparência,
de consciência,
de ...

Amigos
Há amigos!
Ah, amigos!
Haha... amigos!
Ah, migo!

quinta-feira, 18 de março de 2010

Confie em Deus e em si mesmo

Fim de noite!

Saudades do muro,
do Dieguin,
da correria do LAB MOV,
da vida pacata,
do Roda Viva com Ovomaltine,
das caminhadas pelas faixas,
da Penélope sem ignição,
das emoções no Mineirão,
do lanchinho da mamãe
do culto em família,
do Bart,
do estilo chinelo na FEC,
da viagem BH-Barreiro-Contagem,
dos Piores de Belô,
da ES,
das compras no Champion,
da listinha do papai,
do suco aguado do papai,
da princesa na segunda de manhã,
de levar a princesa na UEMG,
das senhoras da Síndrome,
das reuniões de coordenadores da MOC,
das músicas da MOC,
da segunda voz do Antônio,
das piadas do Gudão,
do abraço do Gudão,
do tratamento de segunda,
do pão com creme do Itapoã,
das lamentações do Billy,
das encoxadas do Talentos,
das caronas do Tixaxande,
do som da academia de manhã,
do "me leva na cama",
das gracinhas da Buninha,
do café com pão e manteiga da vovó,
dos gatos da vovó,
da atenção do Lulu,
das viagens com o Tadeu,
da fazenda do vovô,
das galinhas da vovó,
do cheiro do curral.

Saudades, nada mais
do que saudades e lágrimas...

Confie em Deus e em si mesmo,
esse é o lema!


segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Cagando e andando

Cagando e andando
Vivendo e batendo
Comendo e pulando
Surfando e correndo
Namorando e amando
Subindo e descendo
Gritando e jogando
Cantando e falando
Assando e fritando
Miando e escorrendo
Chupando e soando
Trepando e nascendo
Dizendo e escutando
Narrando e sufocando
Cagando e andando
Matando e cornetando
Plantando e colhendo
Escorregando e violentando
Espancando e superando
Avacalhando e lembrando
Pensando e odiando
Violando e pilhando
Esburacando e dançando
Viajando e caminhando
Trabalhando e descansando
Escrevendo e olhando
Estalando e metralhando
Mutilando e supervisionando
Escalando e bisbilhotando
Cagando e andando
Chifrando e molestando
Tirando e colocando
Abrindo e fechando
Cansando e levantando
Varrendo e malhando
Nadando e reiterando
Misturando e duvidando
Sabotando e enganando
Comendo e (x ou ch)agualando
Pichando e bordando
Costurando e cortando
Coçando e caçando
Esquivando e esquiando
Velejando e vomitando
Cagando e andando

Nada mais...
Cagando e andando:
a melô da vaca!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Afásico: o grande comunicador

Mais um afásico!

Passa por cima de tudo,
sem problemas de linguagem.

Com seu estilo "Ronaldo",
"Bom, bom, bom, não" e "Ô dó!".
As esteriotipias são demais!
Integram, interagem,
mas a fono disse: não!

Será que as esterio... (nomezinho grande hein),
não ajudam no interação?
Não sei!

Vale o registro de mais um excelente comunicador
pelo afásico do sentimento!

Com essa poesia (ou poema?) fajuta (escreve assim?),
quem é que tem problema de se expressar?
O afásico lá ou o afásico cá?

Os encontros

A lembrança de um encontro,
durante os carnavais,
uma saudade em confronto,
mas não é nada demais.

É a lembrança de um encontro
que mudou o homem velho,
que sustenta o homem novo,
que questiona o velho mundo,
que constroi um mundo novo.

É a lembrança de um encontro
incompreendido pela princesa,
no confronto de idéias,
do conflito de vontades,
da viagem à Paris,
ao passeio no Estrela do Oriente.

Espero que esses momentos no cerrado,
sejam apenas lembranças de outro encontro:
um encontro comigo mesmo.
E como dói!

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Humildade

Humildade,
apareceu hoje na terceira idade,
de um senhor que é uma unanimidade,
mas se colocou na igualdade.

Na maior boa vontade,
mostrou-se paciente,
- eu fiquei patético -
ao saber que ele era médico,
ao ver quem era o doente,
dessa vaidade:
eu mesmo!

No meu orgulho,
escreveria sobre a pretensão
de escrever uma poesia sobre humildade.
No meu murmuro,
escrevo sobre humildade,
porque, na verdade, esse é meu tamanho:
um tanto de orgulho mais um tanto de honestidade,
com um "bucado" de entulho com um bucado de vaidade!

domingo, 10 de janeiro de 2010

Nasceu a Curtrônica

Hoje nasceu o irmão do Muro.
Mais formal, mais engomadinho.
Sem perder o balanço e o jeito moleque,
mas abordando temas menos íntimos.

Se chamará Curtrônicas,
disse que quer ser crônicas,
mas num formato mais curto.
Por isso que está metido com esse nome.

Se o EIUE e a princesa lerem,
depois eu explico o que é.

É esse o registro.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Resumão estilo náutica (e com parênteses)

Passou o Natal:
com a "bença" (como diz a vó) de Deus,
com um anterior apaziguamento de conflitos,
com/sem câmera digital.

Passou o Ano Novo:
com a benção dos amigos,
com uma esplanada de fogos,
e muita pouca gente.

Passou o aniversário:
com a benção da manhã,
com o bom dia da princesa,
com o parabéns do Seu Milton; um parênteses:
(foi demais essa homenagem, )
(um afásico cantando )
(parabéns pra você pra mim (como diz o jogador de futebol)
(novamente, a questão: quem é o afásico? )
(eu, afásico do sentimento; fecha parêntes. )
com vários abraços e braços no trabalho, outro parênteses:
(que benção de trabalho! )
(Eles me enchem, me preenchem! )
(Mas elas me enchem, e me preenchem! )
(Eu aproveito o máximo, )
(mesmo querendo o mínimo: )
(- Podia não vir hoje! )
(- Que sono! )
(- Não dá pra dormir mais? )
Fechando o niver,
um filminho meia boca,
com uma pipoca doce boca inteira,
by Lonely!

E Janeiro vem com tudo
e com as aulas náuticas.
Escaler: posição dos ventos,
posição dos cabos,
chuva e roupa molhada.
Escape: sem posição de vento (cadê o vento?),
posição do cabo (só tem um cabo),
sem chuva e sem roupa (de sunga no Lago).
Olsen: sensacional, impressionante,
inclinadão, fórmula 1, incrível!

Agora, não esquecer da meta!

Vai pro barco e foge do X,
ele te suga e amolece,
deprime.
Fortalece a princesa!

Segura a onda,
controla o barco,
mesmo no contra-vento,
mesmo com marola,
mesmo com ferida na m(coraç)ão,
assim é mais emocionante,
e fica mais experiente.
É a vida, estilo náutica.